quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Terremoto no Haiti causa morte e destruição.

Os homens não se preocupam em se harmonizarem com a natureza. Tudo o que ouvimos dos representantes mundiais são palavras como: “expansão, crescimentos, ganhos, lucros”. Com isso, a ação, ou, adaptação deve partir do homem para não prejudicar o meio-ambiente, e poder desfrutar dos benefícios naturais por toda a eternidade. Mas, isso não ocorre, e o que vemos é a produção excessiva, o consumo excessivo, o lucro excessivo gerando cada vez mais danos à natureza. Ela por sua vez tenta reparar, a sua maneira, essa lesão que cresce, ou melhor, aumenta a cada nova conferência mundial, que mostra muito mais um circo falido, do que um debate de pessoas que estão preocupadas com a sobrevivência da espécie humana.
Por tudo isso, novos desastres naturais, sofrimentos, terror e morte são noticiais nos meios de comunicação do mundo. Os líderes mundiais precisam urgente mudar o foco, tirando suas viseiras e ampliar a ótica mirando a humanidade como um todo, como uma grande massa sem fronteira, despida de rótulos de nacionalidades, raças e credo. Pensar globalmente, aquele que dessa forma agir será considerado um líder mundial. Pois, poucos decidem e muitos sofrem.





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Histórias sobre Jack, o Estripador.



"Londres, final do século XIX, noite fria e com as típicas névoas locais. Uma mulher, prostituta, anda despreocupadamente nas ruas sujas de Whitechapel. Alguém a segue... alguém a espera... pouco depois, esse alguém aborda a prostituta e a estripa cruelmente, chegando a degolá-la! O corpo é encontrado. Policiais levantam pistas, hipóteses, caçadas humanas... mas não conseguem encontrar Jack, o Estripador! E jamais conseguiram!"


Jack, o Estripador ainda hoje é um caso fascinante e insolúvel. O assassino de prostitutas que atuou na Inglaterra no final do século XIX na região de cortiços de Whitechapel, bairro pobre de Londres, entre 1888 e 1898, nunca foi descoberto. Não existe um roteiro 100% confiável dos homícidios praticados por Jack contra prostitutas, já que era comum no ambiente marginalizado em que elas trabalhavam a ocorrência de vários crimes, inclusive assassinatos: muitas prostitutas foram assassinadas e os crimes eram atribuídos a Jack. Mas, vários assassinatos ocorridos entre agosto e novembro de 1888 são considerados como obras do próprio Jack, o Estripador: Martha Turner, de 35 anos; Polly Nichols, de 42; Annie Chapman, de 47, todas elas prostitutas. O bar Ten Tells era um dos pontos de prostituição da região e o lugar onde Mary Jane Kelly, a última vítima, bebeu seu último drink. Os corpos eram encontrados em estado deplorável por causa das mutilações.
Sem conseguir encontrar o assassino, a polícia inglesa prendeu vários suspeitos enquanto a imprensa recebia cartas anônimas assumindo os crimes de Jack, o Estripador. Eis uma parte de uma destas cartas:


"Caro chefe: não cesso de ouvir que a polícia me apanhou, enquanto continuo solto. (...) Escolhi as prostitutas e continuarei estripando até ser trancafiado. (...) Logo ouvirão falar novamente de mim. (...) Ass. Jack, o estripador."







Outras mulheres foram assassinadas nas cercanias de Whitechapel, sem que os policiais pudessem fazer qualquer coisa para impedir ou sequer identificar o assassino, o que deixou o bairro em pânico. Muitas teorias surgiram para explicar esses crimes, chegando a existir mais de 200 livros procurando solucionar o mistério. Apenas em 1929 é que surgiu a primeira teoria séria sobre o caso: Leonard Matters suspeitava de que o criminoso fosse um médico inglês que matava e degolava mulheres por desejo de vingança, pois seu único filho tinha morrido de sífilis contraída numa relação com prostitutas de Whitechapel. Um médico da família real, sir William Gull, também ficou como suspeito dos crimes ao obedecer às ordens do primeiro-ministro para que assassinasse estas prostitutas (as mulheres estavam chantegeando os membros da realeza por saberem de um relacionamento ilícito de um parente da rainha Vitória como uma plebéia). Uma parteira também foi colocada no rol de suspeitos: sendo ameaçada pela polícia para parar o seu trabalho, ela mataria suas mais freqüentes freguesas. Outras teorias já dizem que Jack não existiu: as prostitutas assassinadas já eram decadentes, com exceção da bela e nova Mary Jane Kelley, e teriam sido alvo de policiais revoltados com o aumento da prostituição em Londres - havia mais de 1.800 prostitutas na época. Até no criador de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, recaíram suspeitas: ele estaria montando um quebra-cabeça para a polícia da mesma forma que fazia em seus textos do famoso detetive.

A teoria mais polêmica (e, talvez, a mais acreditada) recaí sobre um membro da família real, o duque de Clarence (Albert Victor Christian Edward), neto da rainha Vitória e herdeiro do trono britânico, que seria sifilítico e homossexual, e famoso pela vida mundana que levava nos bordéis londrinos. Para justificar suas habilidades em dilacerar suas vítimas, argumentou-se que ele teria treinado para tal nas fazendas reais na Escócia. Por ser alguém tão importante a polícia, estrategicamente, silenciou-se. A morte pouco esclarecida do duque, provavelmente em decorrência dos problemas oriundos da sífilis, exatamente pouco tempo depois do fim dos crimes em Whitechapel, parece confirmar tais suspeitas. Recentemente a culpa foi dada a um artista alemão, sendo que a pesquisadora utilizou-se de técnicas novas para comprovar suas teorias - inclusive exame de DNA em vestígios guardados ainda da épocaMas são suspeitas apenas - ainda hoje existe o mistério de quem seria Jack, o Estripador.

A caverna do dragão

Inspirado no RPG Dungeons & Dragons (Masmorras e Dragões), o desenho animado Caverna do Dragão foi uma das séries televisivas infanto-juvenis mais populares dos anos 1980. Dizem, porém, que a animação escondia mensagens subliminares de arrepiar os cabelos.Caverna do Dragão conta a história de seis amigos - Hank, Sheila, Eric, Presto, Diana e Bobby - que, ao passear de montanha-russa num parque de diversões, são transportados para um mundo mágico povoado por dragões e feiticeiros. Os seis passam a série inteira tentando voltar para casa. Na sua jornada, são ajudados pelo Mestre dos Magos, que aparece misteriosamente para lhes dar pistas do que fazer. Mas também têm de enfrentar vilões como o feiticeiro Vingador e seu lacaio, o Demônio das Sombras, além dodragão de cinco cabeças Tiamat.A série foi descontinuada pela rede americana CBS em 1985, e a saga dos garotos nunca chegou ao final. Ou melhor, chegou. Circula pela Internet uma estranha versão do último episódio da série, nunca produzido, de tão bizarro que é. Os heóis descobrem que eles sofreram um acidente fatal na montanha-russa do parque de diversões. Estão todos mortos. E, pior, foram condenados a passar a eternidade no inferno. O dragão Tiamat não é vilão, mas um anjo enviado para contar aos garotos que eles jamais voltarão pra casa.O Vingador e o Mestre dos Magos são duas versões da mesma entidade: Lúcifer, que fazia a garotada condenada correr pra lá e pra cá apenas para se divertir. Tétrico, não?Mas os roteiristas da série desmentem tudo. Segundo eles, os garotos não morreram nem estão no inferno. Além disso, afirmam, o último episódio da série nunca foi escrito. Tudo não passa de uma lenda da Internet (como a da ladra de rins ou das seringas contaminadas nos cinemas).OK. Pode ser. Mas, lembre-se, pessoas que trabalham para o diabo raramente dizem a verdade

Curso de fotografia para Marinheiros de 1ª viagem (lê-se: quase um Idiota)