segunda-feira, 28 de junho de 2010

O que é Filofobia?


De acordo com uma matéria que saiu na revista Mundo Estranho, filofobia é um transtorno consequente de quem tem Filemafobia (medo de beijar). “Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar. Ele também é fruto do temor de possíveis ações subsequentes ao beijo, como fazer sexo.”

Twetts interessantes

Postagem sobre twetts interessantes, vamos pegar carona na ‘onda verde e amarela que assola o país’ e expor uma fração do que o pessoal anda ‘twittando’ sobre a Copa do Mundo.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

Brasil publica lista para retaliação aos EUA sobre propriedade intelectual

O governo brasileiro colocou em consulta pública nesta segunda-feira uma lista com 21 medidas que complementam a retaliação aos subsídios pagos pelo governo norte-americano à produção local de algodão.
Nesta lista constam medidas de suspensão de direitos de propriedade intelectual, como patentes e royalties --entre eles o licenciamento de medicamentos, produtos agrícolas, livros e filmes sem autorização do titular da patente e sem pagamento e aumento nos valores cobrados pelos órgãos brasileiros para registro de direitos autorais relativos a produtos do Brasil.


"Essas medidas incidirão sobre certos direitos de propriedade intelectual, bem como sobre a remuneração que for devida, e visam a atingir requerentes, titulares ou licenciados de direitos de propriedade intelectual que sejam pessoas naturais nacionais dos Estados Unidos da América ou nele domiciliadas", informou a resolução que dispõe sobre a retaliação, que foi publicada hoje no "Diário Oficial da União".
Quem quiser fazer contribuições na consulta pública terá 20 dias.
Na semana passada, o governo publicou uma lista com 102 produtos que terão a importação sobretaxada também em retaliação aos EUA. A retaliação sobre bens passa a valer a partir de 7 de abril.
O valor da retaliação sobre propriedade intelectual pode chegar a US$ 238 milhões, o que elevará o total da retaliação a US$ 829 milhões --valor autorizado pela OMC (Organização Mundial do Comércio) para as sanções brasileiras.
Em agosto do ano passado, a OMC autorizou o Brasil a aplicar sanções aos EUA por conta do contencioso do algodão. Em novembro, o governo colocou em consulta pública uma lista com 222 produtos que poderiam ser retaliados e, no início de fevereiro, a Camex aprovou uma lista preliminar de produtos que poderiam sofrer retaliação.
Fonte: Folha de São Paulo

Políticos viram despachantes de luxo e apadrinham rádios comunitárias

Legalizadas há 12 anos, as rádios comunitárias são cada vez mais usadas como instrumentos de política eleitoral, num processo que vem sendo chamado de novo coronelismo eletrônico. Ligadas a entidades que quase sempre têm um político municipalista por trás um prefeito ou um vereador, as rádios comunitárias são concedidas depois que os políticos federais desempenham o papel de despachantes de luxo no Ministério das Comunicações.
Alegando que precisam agir para vencer a intrincada burocracia de Brasília, senadores e deputados pressionam para agilizar a tramitação do processo de autorização das rádios comunitárias e ganham status de seus padrinhos políticos. É desse jeito que passam a integrar uma teia de captura de votos. A estimativa é de que cerca de 50% das 3.911 rádios comunitárias, que hoje funcionam legalmente no País, tenham contado com as bênçãos de padrinhos políticos.
"O parlamentar intercede aqui (em Brasília) para atender o cara (prefeito ou vereador) que vota nele lá no município. Aí, essa rádio fica falando bem dele para o resto da vida", confirma o deputado e ex-ministro das Comunicações (2004- 2005) Eunício Oliveira (PMDB-CE). "Há centenas de pedidos de políticos, mas a pressão maior ainda é de vereadores e associações. A rádio comunitária é o local da fofoca municipal. Para prefeito e vereador, ela é o cão", atesta ele, dono de três rádios comerciais no Ceará.
Os pedidos de concessão de rádios comunitárias não têm cor partidária ? mobilizam de petistas a tucanos, passando pelo DEM, PTB e outros partidos. Depois da legalização, em 1998, o boom das comunitárias ocorreu no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando foram autorizadas em apenas três anos 1.707 emissoras ? 569 a cada ano. Em pouco mais de sete anos do governo Lula, foram legalizadas 2.204 comunitárias ? mais de 300 ao ano.
Apesar da baixa presença no Congresso, ao longo da semana passada o Estado localizou facilmente dez exemplos de deputados e senadores confirmando que atuaram para ajudar na liberação de rádios comunitárias.
No fim da década de 90, a praxe, segundo parlamentares, era procurar o titular das Comunicações para agilizar o processo. Isso ocorreu nos casos dos deputados José Linhares (PP-CE) e Arnon Bezerra (PTB-CE). Em 1999 eles se apressaram a procurar o então ministro Pimenta da Veiga (PSDB) para interceder a favor de duas rádios comunitárias, Sal da Terra e Juazeiro, localizadas em seus redutos eleitorais ? Sobral e Juazeiro do Norte.
"Pedi a concessão não só dessa, mas de várias (rádios) em todo o Estado onde temos acesso à votação", conta Linhares.
Gabinete em ação. Passada a fase inicial da legalização das rádios comunitárias, os deputados e senadores começaram a atuar como despachantes, não necessariamente recorrendo ao ministro de Estado, mas ao departamento responsável pela tramitação dos papéis. A tática permaneceu igual: o lobby é sempre direcionado aos redutos eleitorais.
"Isso muitas vezes é o gabinete que faz. É questão de educação", revela o senador Magno Malta (PR-ES), que apadrinhou ao menos três rádios comunitárias nos dois primeiros anos do governo Lula (2003 e 2004). "Apoiar o pedido de uma associação que pleiteia uma rádio no seu Estado é obrigação nossa", defende o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), autor de projeto de lei que obriga as associações mantenedoras das comunitárias a ter ao menos dois anos de existência para pleitear a concessão.
Ex-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) reclama da legislação ultrapassada que, em sua opinião, facilita a influência política e o proselitismo religioso nas emissoras. O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) compartilha dessa opinião. "Como não tem fiscalização, algumas rádios comunitárias viraram palanque. Em ano eleitoral isso é pior ainda", diz Fruet.
Muitos políticos federais, mais ligados às "questões nacionais", veem as rádios comerciais como a "cereja do bolo", mas admitem que as comunitárias têm força em pequenas cidades. "A rádio comunitária é importante, principalmente quando é a única rádio da cidade", diz o deputado e radialista Ratinho Júnior (PSC-PR), dono de um império de emissoras comerciais no Paraná.
Mas a rádio comunitária também pode crescer de importância em período eleitoral nos locais de grande circulação e aglomeração de pessoas, mesmo em cidades grandes. O deputado e ex-ministro das Comunicações (2003) Miro Teixeira (PDT-RJ) cita como exemplo a rádio do Saara, localizada em um dos maiores centros de comércio popular do Rio. "Em época de campanha, faz fila na porta da rádio de candidatos querendo dar entrevista", conta Miro.
Mais padrinhos. Entre os dez parlamentares ouvidos pelo Estado que confirmaram atuação como despachante de comunitárias, está o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA). Ele apadrinhou uma rádio em Caravelas, no sul da Bahia, e atuou ainda em favor de mais duas comunitárias.
Osmar Serraglio (PMDB-PR) confirma sua atuação a favor da Associação de Convivência Artística e Cultural de Janiópolis, em um de seus redutos eleitorais. A petista Serys Slhessarenko (MT) atuou como madrinha política de quatro rádios em Mato Grosso.
Líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (DEM-RN) fala de atuação via gabinete. Segundo levantamento do Estado, o senador é padrinho político da Associação Comunitária Princesa do Trairi, em São Bento do Trairi.


Fonte: Estadão

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Fernando Gonçalves Ministro do STJ diz que se surpreendeu com indícios de suborno de testemunhas

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“Não tenha dúvida. [Me surpreendi] com a intimidação e mesmo com o suborno de testemunhas”, respondeu Gonçalves ao ser indagado se havia ficado surpreso com o conteúdo dos autos. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Fernando Gonçalves, presidente do inquérito que investiga o mensalão do DEM, declarou em entrevista exclusiva ao Jornal da Globo, nesta quinta-feira (11), que se surpreendeu com o conteúdo das investigações, que apontam indícios de suborno de uma testemunha pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM).
Nesta quinta-feira (11), o STJ determinou a prisão preventiva e o afastamento do governador. Segundo o ministro, a permanência dele no cargo também prejudica os trabalhos de investigação. O ministro afirmou que “diante da gravidade dos fatos”, o tribunal tomou a decisão recomendada pelo Código de Processo Penal. E reforçou ainda que o “juiz é limitado pela lei”.
Indagado se foi difícil chegar à decisão de pedir a prisão do governador, Gonçalves disse sim, mas ressaltou que tem a “consciência tranquila”.
Arruda está preso desde a tarde desta quinta na Polícia Federal, em Brasília. A defesa do governador já entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Terremoto no Haiti causa morte e destruição.

Os homens não se preocupam em se harmonizarem com a natureza. Tudo o que ouvimos dos representantes mundiais são palavras como: “expansão, crescimentos, ganhos, lucros”. Com isso, a ação, ou, adaptação deve partir do homem para não prejudicar o meio-ambiente, e poder desfrutar dos benefícios naturais por toda a eternidade. Mas, isso não ocorre, e o que vemos é a produção excessiva, o consumo excessivo, o lucro excessivo gerando cada vez mais danos à natureza. Ela por sua vez tenta reparar, a sua maneira, essa lesão que cresce, ou melhor, aumenta a cada nova conferência mundial, que mostra muito mais um circo falido, do que um debate de pessoas que estão preocupadas com a sobrevivência da espécie humana.
Por tudo isso, novos desastres naturais, sofrimentos, terror e morte são noticiais nos meios de comunicação do mundo. Os líderes mundiais precisam urgente mudar o foco, tirando suas viseiras e ampliar a ótica mirando a humanidade como um todo, como uma grande massa sem fronteira, despida de rótulos de nacionalidades, raças e credo. Pensar globalmente, aquele que dessa forma agir será considerado um líder mundial. Pois, poucos decidem e muitos sofrem.





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Histórias sobre Jack, o Estripador.



"Londres, final do século XIX, noite fria e com as típicas névoas locais. Uma mulher, prostituta, anda despreocupadamente nas ruas sujas de Whitechapel. Alguém a segue... alguém a espera... pouco depois, esse alguém aborda a prostituta e a estripa cruelmente, chegando a degolá-la! O corpo é encontrado. Policiais levantam pistas, hipóteses, caçadas humanas... mas não conseguem encontrar Jack, o Estripador! E jamais conseguiram!"


Jack, o Estripador ainda hoje é um caso fascinante e insolúvel. O assassino de prostitutas que atuou na Inglaterra no final do século XIX na região de cortiços de Whitechapel, bairro pobre de Londres, entre 1888 e 1898, nunca foi descoberto. Não existe um roteiro 100% confiável dos homícidios praticados por Jack contra prostitutas, já que era comum no ambiente marginalizado em que elas trabalhavam a ocorrência de vários crimes, inclusive assassinatos: muitas prostitutas foram assassinadas e os crimes eram atribuídos a Jack. Mas, vários assassinatos ocorridos entre agosto e novembro de 1888 são considerados como obras do próprio Jack, o Estripador: Martha Turner, de 35 anos; Polly Nichols, de 42; Annie Chapman, de 47, todas elas prostitutas. O bar Ten Tells era um dos pontos de prostituição da região e o lugar onde Mary Jane Kelly, a última vítima, bebeu seu último drink. Os corpos eram encontrados em estado deplorável por causa das mutilações.
Sem conseguir encontrar o assassino, a polícia inglesa prendeu vários suspeitos enquanto a imprensa recebia cartas anônimas assumindo os crimes de Jack, o Estripador. Eis uma parte de uma destas cartas:


"Caro chefe: não cesso de ouvir que a polícia me apanhou, enquanto continuo solto. (...) Escolhi as prostitutas e continuarei estripando até ser trancafiado. (...) Logo ouvirão falar novamente de mim. (...) Ass. Jack, o estripador."







Outras mulheres foram assassinadas nas cercanias de Whitechapel, sem que os policiais pudessem fazer qualquer coisa para impedir ou sequer identificar o assassino, o que deixou o bairro em pânico. Muitas teorias surgiram para explicar esses crimes, chegando a existir mais de 200 livros procurando solucionar o mistério. Apenas em 1929 é que surgiu a primeira teoria séria sobre o caso: Leonard Matters suspeitava de que o criminoso fosse um médico inglês que matava e degolava mulheres por desejo de vingança, pois seu único filho tinha morrido de sífilis contraída numa relação com prostitutas de Whitechapel. Um médico da família real, sir William Gull, também ficou como suspeito dos crimes ao obedecer às ordens do primeiro-ministro para que assassinasse estas prostitutas (as mulheres estavam chantegeando os membros da realeza por saberem de um relacionamento ilícito de um parente da rainha Vitória como uma plebéia). Uma parteira também foi colocada no rol de suspeitos: sendo ameaçada pela polícia para parar o seu trabalho, ela mataria suas mais freqüentes freguesas. Outras teorias já dizem que Jack não existiu: as prostitutas assassinadas já eram decadentes, com exceção da bela e nova Mary Jane Kelley, e teriam sido alvo de policiais revoltados com o aumento da prostituição em Londres - havia mais de 1.800 prostitutas na época. Até no criador de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, recaíram suspeitas: ele estaria montando um quebra-cabeça para a polícia da mesma forma que fazia em seus textos do famoso detetive.

A teoria mais polêmica (e, talvez, a mais acreditada) recaí sobre um membro da família real, o duque de Clarence (Albert Victor Christian Edward), neto da rainha Vitória e herdeiro do trono britânico, que seria sifilítico e homossexual, e famoso pela vida mundana que levava nos bordéis londrinos. Para justificar suas habilidades em dilacerar suas vítimas, argumentou-se que ele teria treinado para tal nas fazendas reais na Escócia. Por ser alguém tão importante a polícia, estrategicamente, silenciou-se. A morte pouco esclarecida do duque, provavelmente em decorrência dos problemas oriundos da sífilis, exatamente pouco tempo depois do fim dos crimes em Whitechapel, parece confirmar tais suspeitas. Recentemente a culpa foi dada a um artista alemão, sendo que a pesquisadora utilizou-se de técnicas novas para comprovar suas teorias - inclusive exame de DNA em vestígios guardados ainda da épocaMas são suspeitas apenas - ainda hoje existe o mistério de quem seria Jack, o Estripador.

A caverna do dragão

Inspirado no RPG Dungeons & Dragons (Masmorras e Dragões), o desenho animado Caverna do Dragão foi uma das séries televisivas infanto-juvenis mais populares dos anos 1980. Dizem, porém, que a animação escondia mensagens subliminares de arrepiar os cabelos.Caverna do Dragão conta a história de seis amigos - Hank, Sheila, Eric, Presto, Diana e Bobby - que, ao passear de montanha-russa num parque de diversões, são transportados para um mundo mágico povoado por dragões e feiticeiros. Os seis passam a série inteira tentando voltar para casa. Na sua jornada, são ajudados pelo Mestre dos Magos, que aparece misteriosamente para lhes dar pistas do que fazer. Mas também têm de enfrentar vilões como o feiticeiro Vingador e seu lacaio, o Demônio das Sombras, além dodragão de cinco cabeças Tiamat.A série foi descontinuada pela rede americana CBS em 1985, e a saga dos garotos nunca chegou ao final. Ou melhor, chegou. Circula pela Internet uma estranha versão do último episódio da série, nunca produzido, de tão bizarro que é. Os heóis descobrem que eles sofreram um acidente fatal na montanha-russa do parque de diversões. Estão todos mortos. E, pior, foram condenados a passar a eternidade no inferno. O dragão Tiamat não é vilão, mas um anjo enviado para contar aos garotos que eles jamais voltarão pra casa.O Vingador e o Mestre dos Magos são duas versões da mesma entidade: Lúcifer, que fazia a garotada condenada correr pra lá e pra cá apenas para se divertir. Tétrico, não?Mas os roteiristas da série desmentem tudo. Segundo eles, os garotos não morreram nem estão no inferno. Além disso, afirmam, o último episódio da série nunca foi escrito. Tudo não passa de uma lenda da Internet (como a da ladra de rins ou das seringas contaminadas nos cinemas).OK. Pode ser. Mas, lembre-se, pessoas que trabalham para o diabo raramente dizem a verdade

Curso de fotografia para Marinheiros de 1ª viagem (lê-se: quase um Idiota)